segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Recuperando novas dimensões à ‘Revolução Constitucionalista’


"Há muito nos empenhamos em divulgar a Revolução Constitucionalista de 1932 como um fato histórico, que embora circunscrito em sua parte mais vibrante a quase somente o Estado de São Paulo, como de inegável vocação a todo o cidadão brasileiro que deseje o desenvolvimento de sua Nação de forma coerente e ordeira. O contrato social da convivência debaixo da obediência dos ditames da Carta Magna, nos parece ser o principio fundamental em que se assentam os interesses de todos os cidadãos. Ilógico se faz a argumentação contrária, pois qualquer indivíduo dispondo de capacidade argumentativa e de raciocínio, certamente haverá de preferir viver debaixo das asas da segurança e da obediência a uma Lei Maior, do que ser servil a quem quer que seja. Claro que isso não acontece na realidade, visto que outros tantos argumentos se fazem presentes e são sedutores para a cooptação do apoio desses cidadãos. Basta para isso investigar a propaganda desenvolvida pelos governantes e que disciplinadamente é divulgada com a finalidade básica de encontrar o apoio desses povos. Na questão paulista, muito foi proclamado a respeito do desejo do retorno ao poder das antigas oligarquias – certamente estas estavam engajadas no processo, mas o fato histórico é claro, não se lutou para o retorno destas; em outros propagou-se que éramos paulistas – o São Paulo, locomotiva a puxar os vinte vagões vazios – também não é verdadeira essa questão."

Leia o informativo FORNOVO número 14 que traz um importante histórico sobre a Epopeia de 1932, como este editorial de Adilson Cézar, Presidente do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba; e da Academia de História Militar Terrestre do Brasil de São Paulo “Gen Bertholdo Klinger”.

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