quarta-feira, 31 de julho de 2013

FORMAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA ACADEMIA DO BARRO BRANCO, ATRAVÉS DOS CADETES DA ESCOLA DE OFICIAIS NA REVOLUÇÃO DE 1932





NOTA: Matéria acima extraída da Revista "A FORÇA POLICIAL" - Órgão de Informação e Doutrina da Instrução Policial Militar sob nº 65 de Janeiro/Fevereiro/Março - 2010


















domingo, 28 de julho de 2013

Jaguariúna conhece exposição sobre Revolução de 1932 no Museu Prudente



Representantes do Museu Prudente de Morais e do município de Jaguariúna

   O Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes recebeu uma importante visita durante a tarde de 18 de julho de 2013. Estiveram presentes representantes do Núcleo de Jaguariúna e do Poder Público da cidade. A visita foi coordenada por Maria Helena Toledo Silveira Melo, presidente do Núcleo MMDC de Jaguariúna. 
   

   A visita ocorreu para conhecer as dependências do Museu e a exposição sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, aberta até o final de julho.


   Acompanharam a presidente do Núcleo, a diretora de Turismo de Jaguariúna, Márcia Josele Hossri Faria Coelho, e a assessoria de Cultura e Turismo, Sandra Regina de Souza.

 
   Na ocasião, Maria Helena Toledo Silveira Melo recebeu o Diploma MMDC entregue (na foto acima) pela diretora do Museu, Antonio Sachs.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Câmara de Vereadores homenageia Núcleo Voluntários de Piracicaba


   O Núcleo Voluntários de Piracicaba - MMDC/SP foi homenageado pela Câmara de Vereadores de Piracicaba, através de iniciativa do vereador João Manoel dos Santos, presidente do legislativo municipal e eterno parceiro do Núcleo. A entrega ocorreu na manhã de 9 de julho de 2013, durante sessão solene comemorativa aos 81 anos de lembrança da Revolução de 1932, ocorrida no Salão Nobre Helly de Campos Melges, na Câmara.

   Com esta homenagem (acima), o vereador João Manoel coroa as entidades que se empenham em manter vivo o ideal da epopéia paulista. Receberam tal homenagem os familiares de voluntários e algumas entidades locais.

 
A entrega : o presidente Edson Rontani Júnior (MMDC), representante do Instituto Formar, vereador João Manoel, Maria da Glória Mello (presidente da Associação de Amigos do Museu Prudente de Moraes) e Eduardo Ducatti (Museu Prudente de Moraes)

segunda-feira, 22 de julho de 2013

9 de julho é o exemplo

E tudo começou com os jovens, como sempre aconteceu na história da humanidade. Estudantes do Largo São Francisco saíram às ruas, pedindo uma Constituinte.  O movimento foi crescendo, com manifestações em todo Estado de São Paulo, culminando no trágico 23 de Maio, dia que se imortalizou em  nomes de ruas e praças em todo Estado de São Paulo, com o assassinato de quatro jovens estudantes (Martins, Miragaia, Drausio e Camargo) na Praça da Republica pelas balas da ditadura. Foi o estopim da revolta represada na garganta paulista , nascendo aí o movimento MMDC, base inicial de Revolução de 9 de Julho.

A  propaganda da ditadura jogou o Brasil inteiro contra São Paulo, iniciando o marketing da mentira, como hoje acontece nas redes nacionais dos presidentes de plantão, passando ao povo a idéia de que os italianos de São Paulo queriam separá-lo do Brasil.

Vendo hoje os jovens clamando por vários direitos, as ruas ardendo de mensagens em favor da cidadania, gostaria de relembrar quatro heróis inesquecíveis de 1932, começando por Aldo Chiorato, 9 anos de idade, escoteiro, morador em Campinas, convidado pelo comando do Exército Constitucionalista MMDC, para a função de mensageiro secreto entre as várias unidades militares da região de Campinas. Num intenso bombardeio aéreo sobre as unidades militares, Aldo estava levando uma mensagem e, nas proximidades da unidade foi atingido por uma bomba. Sepultado no cemitério da cidade sem honras militares, a história de Aldo só foi descoberta 20 anos depois pelo MMDC, gerando intensa comoção entre os revolucionários, ocasião que os restos de Aldo Chiorato foram transladados para o Mausoleu do Ibirapuera, no lugar de maior destaque, eternizando seu heroísmo.

As mulheres paulistas tiveram uma participação jamais vista em toda história do Brasil. Trabalharam na retaguarda e muitas foram para a linha de frente, com destaque para Cora Coralina no atendimento aos feridos e Maria Soldado. Cora Coralina ficou famosa no Brasil inteiro por seu talento literário e pouca gente sabe de seu heroísmo na revolução. Já Maria Soldado, maior heróina, em gênero, número e grau da Revolução, era uma pobre cozinheira negra, dotada de uma valentia pessoal exemplar e totalmente engajada no espírito cívico da revolução. Vendo o desespero de nossas forças diante da imensa supremacia militar da ditadura, Maria soldado deixou a cozinha e pediu para lutar nas trincheiras. Metralhadora em punho, lutou bravamente, tornando-se alvo de admiração e aplausos de seus colegas.
Paulo Virginio era um humilde lavrador em Cunha, no Vale do Paraíba, cenário das maiores batalhas em 1932. Andava pelo mato, quando foi abordado pelas tropas da ditadura que penetraram em solo paulista. Interrogado se sabia a direção das tropas paulistas, disse que não sabia, mas sabia que São Paulo iria ganhar a guerra. Então começou a sessão de tortura mais cruel de toda revolução. Obrigado a cavar sua própria sepultura, foi barbaramente espancado, queimado, e sempre gritando, mesmo no delírio da dor insuportável que São Paulo vence. Esfaqueado dezenas de vezes, baleado, foi sepultado ao som das gargalhadas criminosas de seus algozes. A barbaridade do suplício de Paulo Virginio foi de tal natureza que no armistício uma das condições paulistas era que a ditadura punisse os criminosos. Foi a única punição conhecida de Getúlio, condenando o chefe da tropa a pena máxima de prisão.  Paulo Virginio hoje é estátua na entrada de Cunha e nome da rodovia regional.

O Capitão do Exercito Manoel de Freitas Novaes Neto. conhecido como Capitão Neco, liderou as tropas do exercito que se rebelaram a favor de são Paulo e foi enfrentar as federais na divisa do rio de Janeiro. Dia 5 de Agosto de 1932, acossado pelas tropas federais, com o triplo de soldados, ouviu das trincheiras federais o apelo para que os paulistas se entregassem. Capitão Neco levantou-se e gritou que um paulista morre, mas não se entrega, sendo imediatamente fuzilado.
Capitão Neco é nome da principal rua de Cruzeiro e junto com os demais heróis, sepultado no Mausoléu do Ibirapuera.

A frase de Machado Florence “ Viveram pouco para morrer bem; morreram jovens para viver sempre “ é  o mais sublime testemunho de que 9 de Julho é o melhor de todos os exemplos.

Roberto Gonçalves - Cientista Político em São José dos Campos (http://www.jornaldejales.com.br/noticia/9-de-julho-e-o-exemplo.html)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Mostra une expoentes piracicabanos no levante de 1932




Principal data cívica do calendário paulista, o 9 de julho, em 2013 vem sendo celebrado em meio a um momento especial da vida política do país. O que liga o momento atual com os 81 anos do levante contra o Estado Novo imposto por Getúlio Vargas é o desejo popular por uma sociedade mais justa, igualitária e fraterna. Se atualmente a rua foi tomada a partir de mobilização nas redes sociais, na década de 30 do século passado o rádio foi o responsável por mobilizar mentes e corações daquela época.
A Câmara de Vereadores de Piracicaba organiza um evento importante para que a sociedade reflita à luz dos acontecimentos de 1932.
No hall de exposição do prédio anexo da Câmara de Vereadores de Piracicaba (com entrada pela Rua do Rosário) ocorre uma exposição com materiais da época, com curadoria do historiador Fábio Bragança. A mostra conta com instalação de fotos dos ex-revolucionários piracicabanos, cartazes da Revolução de 1932, a participação da Legião Negra, livros com o tema, acervo "Quinzinho", com objetos do ex-revolucionário Joaquim Moreno, bandeiras e flâmulas usadas na Revolução, lista com os nomes dos revolucionários e vídeo sobre o levante.
“Havia insatisfeitos por todo o país (em 1932), mas só os paulistas declararam guerra ao Governo Federal. Até hoje há quem pense que o objetivo do levante era separar o Estado de São Paulo do resto do país. Mas os paulistas diziam que sua luta era pela democratização do país e uma nova constituição”, explica Bragança, sobre o levante que pedia o restabelecimento da Constituição, contra o governo considerado ditatorial de Getúlio Vargas, sediado no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro.
“As manifestações dos últimos dias trouxeram cartazes como ‘O Gigante Acordou’, ‘Verás que o filho teu não foge à luta’. Tanto aqueles que saíram às ruas em 1932 e recentemente em 2013 tinham uma luta em comum: a busca de melhorias para o país. A luta dos paulistas em 1932 era pela democratização e uma nova constituição, a luta hoje é mais ampla, trata-se de uma série de descontentamentos”, avalia o historiador da Câmara de Vereadores de Piracicaba.
SERVIÇO - A exposição pode ser vista das 8 às 17 horas, no hall de exposição do prédio anexo da Câmara de Vereadores de Piracicaba, até o final do mês de julho.

Texto: Erich Vallim Vicente MTb 40.337
Fotos: Fabrice Desmont
















terça-feira, 16 de julho de 2013

Núcleo Voluntários de Piracicaba integra comemoração do 9 de julho




   O Núcleo MMDC – Voluntários de Piracicaba teve participação especial em solenidade alusiva ao 9 de julho de 2013, quando sessão solene da Câmara de Vereadores lembrou os 81 anos da Revolução Constitucionalista de 1932. O presidente do Núcleo, Edson Rontani Júnior, ocupou a mesa diretiva da solenidade, ao lado do vice-prefeito João Chaddad, do presidente da Câmara de Vereadores, João Manoel dos Santos, da comandante da Polícia Militar major Adriana Sgrignero Nunes, e outras autoridades.



O evento começou às 9h30 da terça-feira, 9 de julho, feriado estadual e ocorreu no Salão Nobre Helly de Campos Melges da Câmara de Vereadores. A alteração ocorre devido à instabilidade climática presenciada em Piracicaba nas últimas semanas. O Comitê de Eventos Cívicos também preocupou-se com a acomodação dos convidados e com os dois voluntários vivos. Houve um coffee-break na recepção e ao encerramento da solenidade.

Os dois voluntários homenageados : Iscar Bressan e Romeu Gomes

Na oportunidade, foram feitas homenagens a veteranos do levante e em memória aos que já faleceram. “A Democracia em que estamos vivendo é graças a estes abnegados que, de maneira voluntária, pediam o restabelecimento de uma Constituição, destituída após a subida ao governo central de Getúlio Vargas”, disse o vereador João Manoel dos Santos (PTB), presidente da Câmara de Vereadores de Piracicaba. “Em comparação ao que vivia-se em 1932, hoje é muito mais ‘fácil’ sair às ruas em prol de diversas causas, como temos visto recentemente em diversas cidades brasileiras”, acrescentou João Manoel.


 
O presidente do Núcleo MMDC, Edson Rontani Júnior, comentou sobre a importância dos veteranos no levante. Em Piracicaba, restam dois vivos : Iscar Antonio Bressan, com 100 anos, e Romeu Gomes, com 97 anos. Ambos receberam a Medalha MMDC da Sociedade de Veteranos de São Paulo. Rontani salientou a participação do coronel da Polícia Militar, Mário Ventura, com relação aos eventos cívicos e sua dedicação à causa da Epopéia Paulista. Agradeceu aos representantes do Núcleo Anna Thereza Prado (vice-presidente), tenente PM André Silva (ambos presentes) e o fundador do Núcleo Egydio João Tisiani. Na ocasião, o cerimonial entregou o Diploma MMDC aos agraciados em maio com a Medalha MMDC.






 Representando o prefeito Gabriel Ferrato, o vice-prefeito João Chaddad lembrou a situação da comunicação em 1932, quando os voluntários paulistas saíram contra o governo instaurado na época. “Hoje, temos informações a todo momento, em seus celulares, de diversas maneiras, naquela oportunidade, estes abnegados mal sabiam o que ocorria e lutavam a partir apenas daquele ideal, de restaurar a Constituição no País”, disse.



   Levantamento oficial aponta que 934 paulistas morreram na revolução que durou entre julho e outubro de 1932 – entre eles, estavam 20 piracicabanos –, mas dados extra-oficiais dão conta de que este número pode chegar a 2.200. “Para ter idéia do tamanho deste levante, o número de mortos é o dobro da quantidade de soldados brasileiros que foram à II Guerra Mundial, em 1944, quando o Brasil integrou a forças que retomaram a Itália dos fascistas”, comparou Edson Rontani Jr., sobrinho-neto de voluntário de 1932 e presidente do Núcleo M.M.D.C, voltado para manter a memória da Revolução Constitucionalista.

   Durante a solenidade, foram homenageados Iscar Antonio Bressan e Romeu Gomes de Oliveira, ex-voluntários piracicabanos ainda vivos. Também foram lembradas 16 voluntários já falecidos com entrega medalha a familiares. Receberam homenagens familiares dos ex-combatentes Armando Ferreira Alves, Christiano Marius Peetz, Giácomo Galdi, João de Aguiar, João Rocha, Joaquim Moreno, José Martins, José Pires Fleury Júnior, Júlio de Andrade, Leônidas Fogaça, Luiz Castilho, Luiz Gomes dos Reis, Mário Ducatti, Ormindo de Camargo, Silvino Carletto e Walter Radamés Accorsi.

   A solenidade contou com declamação da poesia “Ode ao Nove de Julho”, feita pelo poeta Ésio Pessato, entrega de Voto de Congratulações ao guarda João Erick da Silva Cerqueira, primeiro colocado no concurso da Guarda Civil Municipal (GCM) de autoria do vereador Pedro Kawai (PSDB) e homenagens a entidades e corporações parceiras para realização da celebração à data cívica.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Cerimônia conferiu diplomas e medalhas da Constituição a 19 núcleos do MMDC



9 de julho é comemorado no Mausoléu do Soldado Constitucionalista de 1932

Presidente da Assembleia Legislativa e governador prestigiam solenidade

Da Redação: Marisa Mello Fotos: Marco Cardelino


 Da esq p à dir: Comandante Geral da PMESP Cel PM Benedito Roberto Meira; Presidente da Sociedade dos Veteranos de 32-MMDC Cel PM Mário Fonseca Ventura; Governador Geraldo Alckmin; Presidente da ALESP Samuel Moreira; o delegado geral de Polícia, Luiz Blazeck, e a superintendente da Polícia Científica, Norma Bonaccorso.

 Nesta terça-feira, 9 de julho, o presidente da Assembleia paulista, Samuel Moreira, o governador Geraldo Alckmin e outras autoridades estiveram no Mausoléu do Soldado Constitucionalista, no Ibirapuera, capital, para comemorar os 81 anos da Revolução Constitucionalista de 1932. Após a transmissão de comando do Exército Constitucionalista, de Amado Rúbio para William Sacco Worth, foram depositadas as urnas dos heróis homenageados - Archimedes Busato, Luiz Morelli, Benedicto Matosinho e Florencio da Silva - no mausoléu, com salva fúnebre, toque do silêncio e declamação da Oração ante a Última Trincheira.

Em seguida à deposição de flores ao Túmulo do Herói Jacente, pelo governador e pelo presidente da Sociedade Veteranos de 32, Cel PM Ventura, foi feita a entrega da Medalha Constitucionalista às autoridades homenageadas. O governador anunciou que o mausoléu passará por uma restauração. As obras, com custo estimado em R$ 8,5 milhões, devem começar em breve, segundo Alckmin.

Participaram da cerimônia o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, o comandante geral da Polícia Militar, cel. PM Benedito Meira, o delegado geral de Polícia, Luiz Blazeck, e a superintendente da Polícia Científica, Norma Bonaccorso.

A Revolução Constitucionalista


No dia 9/7/1932, movimento popular, sobretudo de jovens, foi às ruas da capital paulista, reivindicando a elaboração de uma nova Constituição federal, após a Revolução de 1930, comandada por Getúlio Vargas, que pôs fim à "república do café com leite", que alternava representantes de oligarquias paulistas e mineiras no poder federal.

A resistência de Vargas em convocar a Constituinte e sua insistência em permanecer no poder sem a realização de eleições gerou um conflito armado entre as tropas de apoio a Vargas e as tropas paulistas.

Uma das datas históricas mais representativas do Estado de São Paulo, a Revolução de 32 durou cerca de três meses e resultou em quase mil mortos.



Ato solene homenageia os 81 anos da Revolução de 32

Cerimônia conferiu diplomas e medalhas da Constituição a 19 núcleos do MMDC

Da Redação

 Solenidade em comemoração aos 81 anos da Revolução Constitucionalista de 1932 foi realizada no plenário Juscelino Kubitschek da Assembleia paulista, nesta terça-feira, 9/7. O deputado Olimpio Gomes (PDT), autor do requerimento que propôs a cerimônia, apresentou um vídeo feito pelos alunos da Escola Superior de Soldados da Polícia Militar, sediada em Pirituba, capital. Na exibição, com trajes de 1932, há contextualização do momento histórico em que a população exigiu uma Constituição, reprovando o regime ditatorial da época. O deputado Fernando Capez (PSDB) prestigiou a solenidade e usou a tribuna para enaltecer a importância da Revolução Constitucionalista.

Lourival Gomes, secretário de Estado da Administração Penitenciária, coronel PM Benedito Roberto Meira, comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, e Luiz Maurício Blazeck, delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, foram as primeiras personalidades a receberem os diplomas e as medalhas da Constituição.

O coronel PM Mario Fonseca Ventura, presidente da Sociedade Veteranos de 32 " MMDC, destacou que pela primeira vez foi possível reunir e homenagear com o diploma e a medalha da Constituição os 19 núcleos do MMDC: José Carlos de Barros Lima, da Lapa, na capital; Jefferson Biajone, de Itapetininga; Egydio João Tisiani e Edson Rontani Júnior, de Piracicaba; José Roque Dias, de Buri; Anderson Luiz Alves dos Santos, de Cruzeiro; Carlos Henrique Lorenço Rovina, de Araçatuba; Maria Helena de Toledo Silveira Melo, de Jaguariúna; João Francisco de Aguiar, de São Pedro; Vitor José Bazzo, de Presidente Prudente; Silvio Luiz da Rocha, de Santo André; Eduardo Ceneviva Berardo, de Catanduva; Gisele Arruda Domingues, de Campina do Monte Alegre; Claudemir Portilho Mateus Junior, de Osasco; Antonio Carlos Soares, de Campinas; Guilherme Mantovani Coli, de Amparo; Giovanni Spirandelli da Costa, de São José do Rio Preto; Aluysio Francisco Gama Baía, de Barueri; e Ricardo de Goes Correia, da capital (APMBB).

O cantor lírico Rinaldo Viana, junto com o Coral Batistini, do Projeto Meu Canto, Minha Vida, apresentaram-se na solenidade. 



 Sessão solene homenageia Revolução de 32


 Olimpio Gomes ( ao centro) e autoridades presentes


 Público presente


 Autoridades na comemoração aos 81 anos da Revolução Constitucionalista de 1932


 Participantes da cerimônia prestigiam Hino Nacional

 http://www.al.sp.gov.br/geral/noticia/noticia.jsp?id=336615