terça-feira, 28 de maio de 2013

A mulher piracicabana foi ao front em defesa da revolução

O civismo da mulher piracicabana é marca registrada desta terra
Autoria: Cecílio Elias Netto
Fonte: Memorial de Piracicaba-Almanaque 2000, do autor

Maria de Almeida Silveira é considerada uma das heroínas da revolução de 1932. Nascida em Piracicaba, formada pela Escola Normal na turma de 1927, era filha de Inácio Florêncio da Silveira – irmão benemérito da Santa Casa – e de Dona Iaiá, Antonia de Barros Silveira. Ao estourar a revolução, Maria foi uma das primeiras a alistar-se, convocando mulheres, fazendo discursos, vestindo o uniforme de enfermeira e indo para o front. Nos últimos dias de combate, tornou-se cozinheira do batalhão, esquecendo suas origens elitistas. Morreu em São Paulo.
No total, foram 12 mulheres piracicabanas que se alistaram , trabalhando na condição de enfermeiras, querendo enfrentar a ditadura Vargas: Odila Souza Diehl, Dulce Ribeiro, Carlinda Barbosa, Ana Silveira Pedreira, Rosalina Juliano, Matilde Brasiliense, Presciliana Almeida, Ida Bandiera, Nair Barbosa, Etelvina Pedreira e Maria Celestina Teixeira Mendes.
Pertencem ainda ao corpo de enfermeiras, inscritas: Nair de Toledo e Silva, Adelina de Toledo e Silva, Ambrosina de Campos Toledo, Mirtes Soares Arruda, Luiza Pinto dos Santos, Nelly Abrahão, Júlia Calil, Maria José Prates, Lourdes Godinho, Augusta Bragaia, Maria Isabel Machado César, Benedicta Dias Barros.

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