sábado, 22 de outubro de 2011

Mulheres Revolucionárias Piracicabanas

Mulheres revolucionárias piracicabanas
Fonte: Almanak de Piracicaba – novembro de 1995

    
Piracicaba tinha vaidade e orgulho em comemorar o “9 de julho”, data da Revolução Constitucionalista de São Paulo, eclodida em 1932. Eram, ainda, tempos em que se preservava a memória da cidade. E aquele movimento cívico e revolucionário tinha, em Piracicaba, motivos muito especiais para ser sempre lembrado. Foi um momento épico a história da história piracicabana. Duas famílias piracicabanas – os Mendes e os Diehl – partiram quase inteiras para o “front”.
    E a mulher piracicabana se fez presente, na epopéia de 1932. Foram doze mulheres piracicabanas que, na condição de enfermeiras, ofereceram-se para enfrentar a incipiente ditadura de Getúlio Vargas: Odila Souza Diehl, Dulce Ribeiro, Branca de Azevedo, Carlinda Barbosa, Ana Silveira Pedreira, Rosalina Juliano, Matilde Brasiliense, Presciliana Almeida, Ida Bandiera, Nair Barbosa, Etelvina Pedreira e Maria Celestina Teixeira Mendes.
   Maria Celestina, “Dona Mariinha”, transformou-se, além de revolucionária, na primeira mulher historiadora de Piracicaba. Nair, por muito tempo participou das lutas jornalísticas, como cronista da imprensa piracicabana.

Este fato foi um dos motivos da criação do cartaz revolucionário acima




Nenhum comentário: